quinta-feira, agosto 22

A importância do esporte na educação

A importância do esporte na educação

Cada vez mais os esportes vem revolucionando as escolas do país. A preocupação no ensino vem crescendo e uma maneira de incentivo aos nossos alunos é buscar o desenvolvimento nos esportes. Por isso, a importância do esporte na educação.
A prática esportiva como instrumento educacional visa o desenvolvimento integral das crianças, jovens e adolescentes, capacita o sujeito a lidar com suas necessidades, desejos e expectativas, bem como, com as necessidades, expectativas e desejos dos outros, de forma que o mesmo possa desenvolver as competências técnicas, sociais e comunicativas, essenciais para o seu processo de desenvolvimento individual e social.
O esporte, como instrumento pedagógico, precisa se integrar às finalidades gerais da educação, de desenvolvimento das individualidades, de formação para a cidadania e de orientação para a prática social. O campo pedagógico do Esporte é um campo aberto para a exploração de novos sentidos/significados, ou seja, permite que sejam explorados pela ação dos educandos envolvidos nas diferentes situações.
Além de ampliar o campo experimental do indivíduo, cria obrigações, estimula a personalidade intelectual e física e oferece chances reais de integração social.
Em meio a estas descobertas do esporte o que vem revolucionando hoje em dia as escolas é o chamado Esporte que tem o início nas aulas de Educação Física. A adrenalina, emoção e o prazer de se exercitar nesta aventura faz com que o aluno alcance diferentes maneiras de aprender um movimento e de se integrar ao meio social.
Ensinar a prática de esportes é preparar o aluno para executar determinadas habilidades por meio da descoberta do prazer de se exercitar. Tudo isso envolvendo segurança, bons profissionais e educadores sempre por perto.
Para a criança ou adolescente estar em contato com a adrenalina, natureza e aventura é o modo de desenvolver outras habilidades e nesta hora que é mostrado o potencial de cada um. 
Através destas aulas é possível adequar as disciplinas dadas em sala de aula, mostrando e fazendo com que a criança se desenvolva melhor.
       Como educador não vejo como diferenciar o espaço físico de uma criança de educação física com o daquela inscrita para participar apenas do esporte. Os nossos futuros atletas terão início na formação educacional e na sua preparação cotidiana, para isso enquanto o governo estadual eliminou o professor de Educação do Ensino Fundamental I ampliamos o nosso quadro. Só teremos um país de grandes atletas se fundirmos Educação Física e Esporte para um objetivo comum.

I Seminário de Educação de Piumhi.

I Seminário de Educação de Pumhi.
O I Seminário de Educação de Piumhi proporcionou um debate necessário para uma educação transformadora e atuante diante dos avanços tecnológicos do século XXI.  A educação, no contexto escolar deste século, se torna mais complexa e exige esforços redobrados e maior organização do trabalho educacional, assim como participação da comunidade na realização desse empreendimento, a fim de que possa ser efetiva, já que não basta ao estabelecimento de ensino apenas preparar o aluno, uma vez que o que ele precisa é de aprender para compreender a vida, a si mesmo e a sociedade, como condições para ações competentes na prática da cidadania. E o ambiente escolar como um todo deve oferecer-lhe esta experiência, mas, não se prepara um ambiente para lidar com os conflitos sem preparar dirigentes, educadores e trabalhadores na educação.
            A Escola precisa ser interessante à sua clientela, cativá-la, ser referencial e seus colaboradores devem ser capacitados e conscientes do papel de “transformadores de cidadãos”, devem repensar suas práticas, reformularem seu planejamento visando facilitar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos e para então se empenharem em elevar o nível intelectual da escola.
            O I Seminário de Educação de Piumhi ministrados pelos professores Clayton Pereira e César Nunes com apoio da Equipe técnica da Editora Saraiva, traz aos nossos dirigentes e educadores uma proposta que sai da teoria para a prática, nos mostrando que a formação educacional não pode limitar ao prédio e à sala de aula.
            A Gestão Participativa deve ser como um momento de prática coletiva e social, ou seja, um processo de participação (de todos), este deve ser claramente inserido às condições da realidade que atua. Caracteriza-se por uma ação que visa mudança nas relações de poder, transformando-as de verticais (ideológicas e coercitivas) para horizontais (dialógica e democrática), mas para isso é necessário, também, mudança de atitudes dos agentes (sujeitos) do processo. Estes se comprometem com o trabalho porque tem consciência e intenção para a ação que acreditam. Esta leitura e a vivência escolar da atualidade se fazem notória a importância do planejamento participativo, pois sem a sua atuação torna-se impossível uma gestão democrática, desejada por nós.
Para democratizar a gestão educacional é necessário que a sociedade exerça seu direito à informação e à participação, sendo que estes deveriam fazer parte dos objetivos do governo municipal, estadual e federal e comprometer-se, também, com a solidificação da democracia. A democratização requer da sociedade verdadeira participação na formulação e avaliação da política educacional e sob total fiscalização. Faz-se necessário envolvimento de grupos sociais nas instituições (Conselho Escolar, Associação de pais e mestres, grêmios...).Além de incentivar e trabalhar junto à comunidade uma gestão de qualidade requer conhecimentos sobre legislação, já mencionado, quando se falou em ensino fundamental obrigatório e gratuito para todos.

Também, para administrar é necessário planejar, que se resume em buscar um fim através de ações. Planeja-se porque existe uma realidade a ser transformada, portanto não é algo abstrato, mas intimamente ligado ao real, ou seja, à realidade escolar. O planejamento participativo é encarado com descaso ao termo “participativo”, quer dizer que muitas vezes, ou em sua maioria, ele é apenas um slogan abstrato, facilitando a manipulação dos planejadores (dominantes) sobre os dominados, sendo esta a primeira dificuldade em executar o planejamento participativo. A segunda se refere à acomodação dos funcionários públicos que não conseguem assimilar a participação como algo do cotidiano (fora do papel). E a terceira o descrédito da população (comunidade escolar) quanto a sua força nas transformações sociais. Mas essa idéia deve ser mudada, e a comunidade deve ser chamada para este planejamento.
            Na certeza de que o Projeto Educacional de Piumhi está no caminho certo nós de Capitólio aproveitamos o espaço para parabenizar a Secretária Shirley pela realização deste primeiro Seminário de Educação em Piumhi que teve uma abrangência regional. Já que Seminário vem do latim “Semente” temos a certeza de que esta semente será fértil e quem acabará ganhando são nossos educandos e educadores.